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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Por uma infância sem racismo

Dia desses eu conversava com uma aluna da escola em que trabalho. Ela disse que gostaria de ser japonesa, pois assim teria os cabelos lisinhos...
Falei com ela a respeito dos diferentes tipos de beleza e, principalmente, da beleza de cada um. Falei de várias formas que ela poderia arrumar os seus cabelos crespos e ficar ainda mais bonita.
Essa foi uma ação tão pequena, mas percebi que a fez pensar diferente, ou pelo menos a fez pensar novas possibilidades.
Navegando pela internet depois do ocorrido, descobri uma campanha da UNICEF, intitulada "Por uma infância sem racismo" e achei que valeria a pena divulgar. No site há dois vídeos, um que já está sendo veiculado na TV, nos intervalos das programações; e o outro, o vídeo mais completo da campanha. Vejam o site e divulguem também, o máximo que puderem. Acredito que poderemos mudar, aos poucos, a sociedade presente e a futura.

Acesse o site: Infância sem racismo

Segue um dos vídeos, não deixem de assistir!

domingo, 5 de dezembro de 2010

5ª Semana dos Direitos Humanos



Belo Horizonte sediará a 5ª Semana dos Direitos Humanos - Iguais na diferença. Serão promovidas mais de 40 atividades gratuitas em diferentes pontos de Belo Horizonte e Região Metropolitana.

O evento ocorrerá entre os dias 7 e 12 de dezembro de 2010 e tem como objetivo chamar o público para uma reflexão sobre os Direitos Humanos.

A abertura será com um Show do cantor Vander Lee e o encerramento contará com um grande show com a participação de vários artistas: Fernanda Takai, Margareth Menezes, Lenine, Arnaldo Antunes, Elba Ramalho, Chico César, Borges, entre outros.

Confira a programação e mais informações sobre a semana:



domingo, 15 de agosto de 2010

Algumas palavras sobre Direitos Humanos...


Fala-se muito em direitos humanos hoje, principalmente pela mídia que, nem sempre tem interesses comprometidos. O que vemos e ouvimos, geralmente, são questões polêmicas tratadas de formas superficiais, não oferecendo à população condições de refletir e se posicionar criticamente. Dessa forma, os Direitos Humanos são mostrados de maneiras sensacionalistas e essas “notícias” atendem aos interesses dos “privilegiados”.
As pessoas que devem se reconhecer como portadoras de direitos são, muitas vezes, colocadas num lugar de submissão e têm suas necessidades básicas negadas por aqueles que as deveriam garantir. Sou servidora pública e fico indignada ao perceber governo e funcionalismo público tratando a população como aqueles a quem se fornecem “favores” e que devem se sentir agradecidos e acomodados com esse tipo de situação.
Como cidadãos, devemos priorizar o “empoderamento” das pessoas e o direito à informação de forma crítica de seus direitos, além de trabalhos voltados para sua emancipação e luta por uma vida digna por cada pessoa e por todos.
Responsabilidade social, se nos comprometermos, poderemos mudar o mundo!