Dia desses eu conversava com uma aluna da escola em que trabalho. Ela disse que gostaria de ser japonesa, pois assim teria os cabelos lisinhos...
Falei com ela a respeito dos diferentes tipos de beleza e, principalmente, da beleza de cada um. Falei de várias formas que ela poderia arrumar os seus cabelos crespos e ficar ainda mais bonita.
Essa foi uma ação tão pequena, mas percebi que a fez pensar diferente, ou pelo menos a fez pensar novas possibilidades.
Navegando pela internet depois do ocorrido, descobri uma campanha da UNICEF, intitulada "Por uma infância sem racismo" e achei que valeria a pena divulgar. No site há dois vídeos, um que já está sendo veiculado na TV, nos intervalos das programações; e o outro, o vídeo mais completo da campanha. Vejam o site e divulguem também, o máximo que puderem. Acredito que poderemos mudar, aos poucos, a sociedade presente e a futura.
Acesse o site: Infância sem racismo
Segue um dos vídeos, não deixem de assistir!
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domingo, 6 de fevereiro de 2011
domingo, 5 de dezembro de 2010
5ª Semana dos Direitos Humanos

Belo Horizonte sediará a 5ª Semana dos Direitos Humanos - Iguais na diferença. Serão promovidas mais de 40 atividades gratuitas em diferentes pontos de Belo Horizonte e Região Metropolitana.
O evento ocorrerá entre os dias 7 e 12 de dezembro de 2010 e tem como objetivo chamar o público para uma reflexão sobre os Direitos Humanos.
A abertura será com um Show do cantor Vander Lee e o encerramento contará com um grande show com a participação de vários artistas: Fernanda Takai, Margareth Menezes, Lenine, Arnaldo Antunes, Elba Ramalho, Chico César, Lô Borges, entre outros.
Confira a programação e mais informações sobre a semana:
domingo, 15 de agosto de 2010
Algumas palavras sobre Direitos Humanos...

Fala-se muito em direitos humanos hoje, principalmente pela mídia que, nem sempre tem interesses comprometidos. O que vemos e ouvimos, geralmente, são questões polêmicas tratadas de formas superficiais, não oferecendo à população condições de refletir e se posicionar criticamente. Dessa forma, os Direitos Humanos são mostrados de maneiras sensacionalistas e essas “notícias” atendem aos interesses dos “privilegiados”.
As pessoas que devem se reconhecer como portadoras de direitos são, muitas vezes, colocadas num lugar de submissão e têm suas necessidades básicas negadas por aqueles que as deveriam garantir. Sou servidora pública e fico indignada ao perceber governo e funcionalismo público tratando a população como aqueles a quem se fornecem “favores” e que devem se sentir agradecidos e acomodados com esse tipo de situação.
Como cidadãos, devemos priorizar o “empoderamento” das pessoas e o direito à informação de forma crítica de seus direitos, além de trabalhos voltados para sua emancipação e luta por uma vida digna por cada pessoa e por todos.
Responsabilidade social, se nos comprometermos, poderemos mudar o mundo!
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